quinta-feira, 23 de agosto de 2012

248.


Projeto Verão 2013...
Eu, e a eterna briga com a balança. Porque eu adoro comer. Mas também adoro caber nas minhas roupas. São duas premissas, sem lógica. Como eu resolvo isso?
Provavelmente com terapia, Freud ou Jung darão uma explicação.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

247. Se eu quiser falar com Deus



"O 'Pai Nosso' é a nossa primeira escola de oração. Nesta súplica Jesus nos ensina que a oração não é uma ferramente técnica, usada para excitar nossa curiosidade. Pelo contrário, ela nos envolve num exercício de fé e compreensão da realidade que está além da ciência, mas uma forma de compreender e penetrar na realidade dela. Ao suplicar 'o pão nosso de cada dia dá-nos hoje', colocamos Deus no centro de nossas necessidades cotidianas. Se Deus é percebido apenas nas fronteiras de nossas vidas, nas grandes crises ou nos grande eventos, esta súplica não tem significado algum. Mas, como Deus nos é revelado como nosso 'Pai que está nos céus', a súplica pelo 'pão de cada dia' revela a presença de Deus no que há de mais simples e comum no nosso dia-a-dia. 
O reino de Deus envolve a vida inteira. Nada é trivial diante de Deus. Nossas necessidades profissionais, afetivas, físicas, emocionais, tudo importa a Deus. Ele é o Deus do cotidiano, das pequenas coisas, do pão sobre a mesa e do sol que se põe ao entardecer. Deus se interessa pelo fio de cabelo que cai e pela mão que o toca no meio de uma multidão. A oração 'Pai Nosso' nos torna conscientes de que a experiência da oração não envolve apenas situações de emergência ou as ansiedades do futuro, mas é pão para hoje, para as necessidades e situações do presente. É uma oração que nos ensina a não nos preocupar com o dia de amanhã. A fé cristã, para muitos, se mostra mais relevante nas lembranças do passado ou nas preocupações com o futuro, mas não tem nenhuma relevância para o presente. É no 'pão de cada dia' que a graça de Deus se mostra real. O maná do deserto servia somente para o presente, nunca para o futuro. 
Outro aspecto dessa súplica é que ela nos ensina a orar pelo 'pão nosso' não 'meu'. É uma oração que precisa ser feita com os olhos abertos porque ao fazê-la, nos tornamos responsáveis dos bens de Deus. Ela integra o básico, o 'pão de cada dia', em meio a tantas 'necessidades' criadas pelo espírito consumista. Ela pede por justiça, que é fruto da conversão do 'meu' para o 'nosso', e rompe com o egoísmo, nos transformando em seres solidários. Com ela aprendemos a valorizar o essencial (oramos pelo pão, não pelo caviar), porque a vida está na relação comunitária, na fidelidade e responsabilidade para com Deus, dono da prata e do ouro, da comida e da bebida, que nos confiou os seus bens para cuidar dos sues filhos. É a fé tomando forma nas situações reais da vida."

- Autoria desconhecida. Achei esse texto perdido numa pasta. Provavelmente é coisa do meu pai, que imprime estudos bíblicos da internet para ajudá-lo nas pregações.

Vídeo: "Se eu quiser falar com Deus", do grupo Prisma Brasil. A letra é bem pertinente, vale a pena ouvir.

domingo, 19 de agosto de 2012

246.





Un pó de Manuel Bandeira: 

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma. 
A alma é que estraga o amor. 
Só em Deus ela pode encontrar satisfação. 
Não noutra alma. 
Só em Deus - ou fora do mundo. 
As almas são incomunicáveis. 
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo. 
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

245. The Birds


Eu nunca tive uma relação muito boa com pássaros, desde criança. Não é que eu os deteste, eu só não quero eles perto de mim. Ainda mais quando estão cantando. Não gosto do som que eles fazem. Alguns dizem que acalmam, até compram cd's com o barulho dos pássaros. Em mim, o efeito é inverso: me irrita, a ponto de eu xingar os passarinhos. Chitãozinho & Xororó cantam "os passarinhos enfeitam os jardins e as florestas...", pois eles que vão enfeitar um lugar bem longe de mim. Por isso, nunca fui muito fã de fazendas, chácaras e qualquer coisa no mato (apesar de reconhecer que o contanto com o ambiente natural faz muito bem). 
Esse não gostar se potencializou ainda mais depois que eu assisti "The Birds", filme de 1963 do Alfred Hitchcock. Segundo o Wikipedia, a sinopse do filme: "Melanie Daniels, uma jovem da cidade de São Francisco, vai até uma pequena cidade isolada da Califórnia, chamada Bodega Bay, atrás de um potencial namorado: Mitch Brenner. Mas na cidade começa de repente a acontecer fatos estranhos: pássaros de todas as espécies passam a atacar a população, em número cada vez maior e com mais violência, deixando todos aterrorizados." Pássaros atacando pessoas... é um filme tenso. Não tem muitos diálogos, mas é todo trabalhado na trilha sonora de terror (o que é bem característica do Hitchcock). Eu fiquei tão impressionada com o filme que eu não consigo passar por um fio de energia que tenha mais de um pássaro sentado (como o da foto acima), sem sentir vontade de sair correndo. 



Essa é uma cena do filme, talvez a pior. Os pássaros estão se preparando para mais um ataque, e ao lado desse playgroud tem uma escola infantil. Os "bichinhos" resolvem fazer a revoada simpática justo no horário de saída das crianças, e é aquela correria e criança sendo bicada na cara e tropeçando... é um terror!
Por isso... não, eu não gosto de pássaros.