segunda-feira, 8 de outubro de 2012

275.

Eu só acho que a universidade tem umas burocracias... inúteis.
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Não basta ter que apresentar os certificados, é preciso um relatório minucioso do que aconteceu no evento. Resultado? Eu, inventando relatórios de eventos que ocorreram 5 anos atrás...
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Eu queria muito que não desse segundo turno aqui... mas fazer o quê, né? Mais 20 dias de propaganda eleitoral.
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A gente fica viciado quando tem uma novidade. Tipo quando você descobre aquela banda legal e só consegue ouvir aquilo. Estou assim, com a academia. Só falo nisso, só ouço as músicas do RPM... como diz minha irmã, depois que entrei na academia, já estou me sentindo mais burra.
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Preconceito? Imagina... Tenho que parar com isso.
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É assim, matando um leão por dia.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

274.


Hoje é dia dos animais, segundo li por aí. O que me deixou mais triste... levaram a Capitu na segunda-feira. Fui para a faculdade e quando voltei só vi o papel que o Centro de Controle de Zoonoses deixou. E é estranho como a casa ficou tão silenciosa, como tudo está tão quieto desde então. Mas ela vai ficar marcada pra sempre no meu coração, como a cadela mais legal (bagunceira e briguenta) que eu já tive até hoje. Aí eu chorei pela milésima vez.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

273.



Eu estava longe de ser uma pessoa interessante. Não queria ser uma pessoa interessante, dava muito trabalho. Eu queria mesmo um espaço sossegado, e obscuro pra viver a minha solidão; por outro lado, de porre, eu abria o berreiro, pirava, queria tudo, e não conseguia nada. 
- Charles Bukowski.


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

272.

Desculpe estou um pouco atrasado. Mas espero que ainda dê tempo de dizer que eu andei errado e eu entendo. As suas queixas tão justificáveis, e a falta que eu fiz nessa semana... coisas que pareceriam óbvias até pra uma criança. Por onde andei, enquanto você me procurava? Será que eu sei? Que você é mesmo tudo aquilo que me faltava... Amor, eu sinto a sua falta. E a falta é morte da esperança... (...). Que a vida é mesmo coisa muito frágil, uma bobagem, uma irrelevância diante da eternidade do amor de quem se ama. Por onde andei, enquanto você me procurava? E o que eu te dei? Foi muito pouco ou quase nada... E o que eu deixei? Algumas roupas penduradas... Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?
- Nando Reis

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E não, eu não me sinto aliviada.